Por que é tão difícil colocar em prática o que acreditamos ser o correto (walk the talk)?

19 jun

DesacordoDesde a infância recebemos diversas orientações sobre o que é o certo a se fazer: como lidar com nossos desafios, nos relacionar com as pessoas, o que comer para nos manter saudáveis, em resumo, todas as dicas que precisávamos para uma vida próspera e feliz.

Estudamos e nos formamos em alguma área, lemos inúmeros livros sobre diversos temas, assistimos a vários filmes e documentários, ouvimos diversos especialistas sobre como melhorar as habilidades para lidar com a vida e, a esta altura do campeonato, nos tornamos uma enciclopédia viva de conhecimentos e experiências.

Então por que é tão difícil chegar lá? Por que sempre temos situações em que não conseguimos nos controlar e, quando nos damos conta, falamos o que não devíamos ou agimos erroneamente por impulso?

A explicação é simples de se entender (lição de palavra), mas difícil de experimentar (lição de vida), assim como tentar descrever o gosto de uma maçã, mas vou tentar traduzir o que tenho vivenciado nestes últimos anos: a vida acontece no campo dos sentimentos/emoções e não no intelecto/razão.  O intelecto está a serviço das emoções e não o contrário!

 Vida -> Sentimentos -> Intelecto -> Prática

Por exemplo: uma pessoa que tem uma paixão por música (emoção) precisa aprender como tocar um instrumento (intelecto) para manifestar esta emoção e sentir uma alegria profunda (prática). Estamos utilizando nosso intelecto para traduzir nossos sentimentos para o mundo ou para nos tornarmos bibliotecas ambulantes?

Podemos saber tudo sobre tudo e mesmo assim não saberemos como lidar com as situações na prática. Se conhecimento fosse suficiente para que as pessoas fossem felizes, todos os escritores, filósofos e mentes brilhantes que já passaram por aqui teriam experimentado a felicidade plena.

Quando éramos bebês estávamos próximos desta fonte inesgotável de vida e tudo era “sentido”, nada era  intelectualizado. Sentíamos as pessoas, as coisas, a vida de uma forma pura e intensa. Nos divertíamos com qualquer coisa e a vida era uma excitante uma aventura.

Sem perceber o que estava acontecendo, quando as relações humanas no convívio familiar, escolar e com outras crianças evoluíram, fomos doutrinados a competir com os demais e sofremos os primeiros traumas da vida. Sem perceber começamos a cortar os cabos de força que ligavam nossos sentimentos genuínos ao intelecto e começamos a viver dentro de nossas cabeças, intelectualizando e calculando os passos a serem dados a seguir para nos proteger de tudo e de todos.

Tentamos interagir com a vida da seguinte forma: Vida -> Intelecto -> Prática. E assim nos tornamos bibliotecas vivas, cheio de lições de palavras e conceitos abstratos que não conseguimos colocar em prática quando somos postos a prova da vida. Mas os sentimentos continuam lá, sob nossa cortina de racionalidade e quando os eventos ocorrem em nossas vidas não sabemos como lidar com eles, pois nunca aprendemos a desenvolver esta  habilidade.

Conheci um treinamento da consciência nos EUA chamado Avatar onde desenvolvemos nossa habilidade de voltar a sentir aquela energia que pensamos não mais existir. Com esta habilidade readquirida, voltamos a dirigir nossa própria vida sem ficar olhando no retrovisor para nos basear em que devemos acreditar e como agir.  Começamos a olhar para frente, desfrutando de nossos sentimentos da melhor forma possível, e nos sentimos vivos! Se isto interessar a você veja mais informações sobre o Curso Internacional Avatar neste blog.

Se você ainda não assistiu gostaria de recomendar o vídeo em que Steve Jobs, fundador da Apple, fala sobre sua trajetória em uma formatura na Universidade de Stanford. É realmente inspirador. http://vodpod.com/watch/1616232-steve-jobs-2?pod=decidaserfeliz

Um ótimo fim-de-semana!

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20 Respostas para “Por que é tão difícil colocar em prática o que acreditamos ser o correto (walk the talk)?”

  1. Marcia 19/06/2009 às 11:05 PM #

    Mais um texto super, hiper inspirador. Tudo a ver !!!!! Parabéns, Caio.

  2. Marcio Astolfi Pedro 22/06/2009 às 10:40 AM #

    Caio, um artigo muito inspirador, me parece, você receberá muitas consultas a esta chemada, pois hoje e cada vez mais profissionais de todas idades se questionam em relação aos propósitos de suas próprias vidas.

    Se me for permitido, deixo um desafio, aos homens e mulheres que pensam em mudar a si mesmos e ao mundo, para melhor: toda desconstrução e reconstrução traz a parcela de sacrifícios. Não falo daqueles impostos a nós mesmo como disciplina, etc. Mudar significa romper padrões, e suas consequencias.

    A segunda coisa que tenho a comentar, é que não é preto ou branco, há muito talk que parece walk, há o walk sem talk, há o talk and show some walk (é o do “bom” picareta), e há o walk the talk, diferente do walk the talk do outro próximo ao primeiro, não menos legítimo, porém muito raro de se encontrarem frente a frente e permanecerem ligados.

    Decidir ser feliz então é o primeiro passo indispensável para o nirvana fundamental de toda nossa existência motor dos anseios humanos e farol na escuridaão. Arcar com as consequencias e manter-se íntegro nos dias cinzentos é o grande desafio , aquele cimento que cósmicamente atrai todos os elementos de uma sociedade para se comportar de um mesmo e irresistível “modus” de atitude social, e nos faz sentir confortáveis em uma familia, empresa , país, partido econômico, ou qualquer tipo de máfia ou panelinha que seja.

    Ceticismo, sim, desesperança jamais: eu acredito que somos filhos de nosso tempo, que as idéias estão no ar e não propriedade de ninguém, mas é o tempo que usa seus filhos para colhê-las no ar , e dividi-las com a sociedade. Por isso digo que por conta dos tempos em que viviemos, e não da internet, pois todos nascemos com boca, cada vez mais as pessoas estarão questionando o modelo atual de empresa, país, escola, de uma forma jamais vista na humanidade. Não será definitiva, mas presenciaremos nos próximos dois ou três anos o florescer e aprendizado desta nova cultura mundial , sustentável, que deixará suas marcas no pensamento humano.

    Será bom estar presente a estes tempos , será mais mercido àqueles que tem aspirações elevadas e desejo aqui boa sorte em sua jornada pelo que você acredita. Walk the Talk, é a meu ver o sintoma de que algo está melhorando, para todos.

  3. Thays Babo 22/06/2009 às 10:42 AM #

    Oi, Caio, ótima pergunta…

    Na minha opinião, podem ser dois problemas aí, que às vezes se misturam: um é a falta de controle mesmo. Para isto, sugiro meditação ( não confundir com medicação, pelo menos, na maioria dos casos… rsrsrs) e psicoterapia, ótimas aliadas para ajudar o sujeito a focar.

    Outro problema (em alguns casos, o mesmo) é a procrastinação – e , de novo, meditação e psicoterapia podem ajudar bastante.

    Já escrevi, há algumas semanas, sobre os dois temas no meu blog; quando puder passe por lá também para opinar ( http://www.analista.psc.br/blog )

    Bom final de semana também!

  4. Vivian Furlan 22/06/2009 às 10:49 AM #

    Confesso que concordo plenamente e já me peguei pensando, várias vezes, neste assunto! Na verdade, talvez por termos tido tanta informação e continuarmos tendo, durante o decorrer de nossas, atribuladas, vidas, não termos tempo suficiente para podermos colocarmos em prática, com calma e tranquilidade necessárias, tudo aquilo que, intimamente, sabemos ser o correto! As pessoas ultimamente falam a primeira coisa que lhes veêm à mente, agindo como se a vida fosse escrita a lápis e depois pudéssemos apagar as palavras ditas!……Acredito que, somente, quando o ser humano conseguir enxergar as coisas e pessoas com o coração, e tomar consciência de que somos criaturas minúsculas diante de toda a grandiosidade do universo, aí sim, talvez conseguiremos vivenciar plenamente a vida de uma forma mágica e maravilhosa. O Homem, ainda não se deu conta de que os olhos deveriam ser a janela da alma, e as palavras deveriam ser antes de tudo, sentidas, somente, com o pulsar de nossos corações, órgão frágil, porém vital!

    Ótimo FDS!
    Vivian

  5. Deni Belotti 22/06/2009 às 10:50 AM #

    Que grande verdade, Caio…walt the talk… Alguns anos atrás meu amigo Mac Anderson foi convidado para passar um tempo com Ken Blanchard em sua casa de verão no norte de New York. Nos últimos vinte anos Ken vendeu mais livros do que qualquer outro autor da área de negócios. Sua obra clássica – O Gerente Minuto – vendeu mais de 10 milhões de cópias. Ele também construiu uma enorme e abrangente empresa de treinamento cujo foco é baseado na estilo de liderança-serva e no serviço ao cliente.

    Mac teve a sorte de ter conhecido muitos homens de negócios bem-sucedidos, autores e conferencistas durante sua carreira, mas ninguém foi para ele mais coerente entre “o-que-fala-e-o-que-faz” (walk the talk) do que Ken. Ele É isto. Sugiro a leitura de Líder Servo no link

    http://www.denibelotti.com.br/Blog/page2/2009/05/01/cec731f6-0883-434c-811d-29c79e5645c2.aspx

    abs e bom fds/db

  6. Gabrielle Botelho 22/06/2009 às 10:55 AM #

    Olá Caio,
    Entendo também que na infância temos nosso primeiro contato com o “não pode”. Você já reparou em crianças com até 3 anos de idade? Elas não têm medo de nada, aventuram-se onde quer que estejam. Medo do desconhecido? Jamais.
    No entanto com o passar do tempo, elas vão sendo “amedrontadas” e quando crescem se tornam, na maioria das vezes, adultos inseguros e com dificuldades para tomar decisões.
    Fica aqui uma pergunta: Estamos educando nossos filhos da melhor maneira? Eles estão prontos para enfrentar um mercado de trabalho tão competitivo em que o tempo de resposta precisa ser cada vez mais curto?

    Excelente final de semanda para todos!

  7. André Luiz 22/06/2009 às 10:56 AM #

    Interessante discussão. Ela me remete ao papel do “Bodhisatvva”, termo do que designa seres de sabedoria elevada que removem obstáculos e beneficiam todos os demais seres. Eles quebram o ciclo de padrões e crenças limitantes existentes há várias gerações e decidem fazer diferente, deixando um legado para todas as gerações que virão depois dele.

    Acredito que, como gestores de empresas, possamos fazer algo similar com nossas equipes e demais pessoas: ouvir mais, ser um líder servidor, ter interesse genuíno nos funcionários, nos clientes e mudar o curso das empresas brasileiras.

    Abraços e bom fim de semana para todos!

  8. Ernandes Cunha 22/06/2009 às 11:20 AM #

    Caio,

    Acho que isso acontece por uma simples razão : é muito difícil mudar a nossa essência e nossos comportamentos ( chip emocional ) de uma hora para outra. Não acho impossível, mas o primeiro passo é você reconhecer que aspectos atrapalham sua vida pessoal e profissional ( ter consciência ), depois é muito esforço e sem dúvida, contar com a ajuda dos amigos, parentes, esposa, filhos e todos aqueles que nos querem bem e portanto, dão uma série de feedbacks espontâneos durante a nossa vida ! Fique atento e faça a sua parte : mude o que der….mas mude !

    Li uma frase há muito tempo que dizia ( resumindo ) : ” Não há como se obter resultados diferentes praticando os mesmos comportamentos… Resultados diferentes exigem “mind set” diferentes ! ”

    abs, Ernandes

  9. Soraya Boccato 22/06/2009 às 11:40 AM #

    Nossa Deni que” inveja santa” do seu amigo Mac!! rsrsrs
    Passar um tempo com Blanchard, que tudo!!!!!
    Caio eu acredito que a felicidade começa dentro de nós mesmos. Ser feliz começa em nosso interior. Não deveríamos depender de nada que vem de fora ou de outro pra sermos felizes.Precisamos irradair paz e felicidade. É de dentro para fora.Aí começa de verdade a nossa realização.
    Agir com sabedoria , sem a impulsividade é um lindo aprendizado.É preciso que sempre, ao nos colocarmos,possamos enteder o outro. O que o outro está querendo dizer. É preciso ouvir e entender. Falo com tranquilidade em relação a isto pois é meu exercício diário.
    Pra chegar lá eu costumo me perguntar:
    “ok,, So o que é que você quer verdadeiramente; o que é que te move?; o que é genuinamente importante para você? por que chegar lá?”
    Então , decidido , mãos à obra. Mas tudo isso é deafiador. Não há receita pronta. Cada situação vai exigir de nós muito equilíbrio e escolhas. E essa é a graça e a Graça da vida…´Final de semana perfeito para vocês
    abs

  10. Erika 22/06/2009 às 1:20 PM #

    Acredito que precisamos nos esforçar e ter coragem de colocar em pratica todo o conhecimento que adquirimos,para nos tornarmos com essa pratica mais sábios e felizes.
    CONHECIMENTO + PRATICA = SABEDORIA
    bjs a todos

  11. daisy 22/06/2009 às 1:25 PM #

    Oi Caio,achei o texto excelente acho que vc deveria divulgar mais os mini cursos, pois quem faz já tem uma noção do que virá.
    Acredito que os mini cursos sejam a chave para atrair novos alunos.
    Eu tenno divulgado dessa forma, “faça os mini cursos para voce saber do que se trata “, pois somente assim a pessoa pode realmente deliberar que o valor do investimento VALE A PENA!.
    Eu fiz adorei e continuarei nesta jornada até o Wizard.
    bjs
    daisy

    • caiosantos001 22/06/2009 às 9:08 PM #

      Oi Daisy, Farei isto! Obrigado e sucesso por a! Bjs Caio.

  12. Fernando Teixeira 23/06/2009 às 9:23 AM #

    É tudo uma questao de ESCOLHA.
    Para escolher os nossos rumos temos que estar primeiro CONSCIENTES do que se passa conosco. Uma vez coscientes, fazemos nosa REFORMA INTIMA com o conhecimento de si proprio. Ai entao teremos condicoes de escolher. Mas se errarmos de novo, nao desistir e PERSERVERAR nos nosso bons objetivos.

    sds
    Fernando

  13. Marcus Vasconcellos 24/06/2009 às 1:07 PM #

    Grandes descobertas surgiram de pequenos fracassos. Novas aplicações para medicamentos existentes, novas receitas culinárias, novos usos para dispositivos que já existiam… Enfim, o que seria de nós sem a criatividade para superarmos os desafios que a vida nos apresenta? O que faríamos sem ter que nos reprogramarmos continuamente? Como enfrentaríamos a entediante e previsível rotina?
    A vacina surge do próprio vírus.
    Portanto … keep walking como diria um…just do it…como diria outro.

  14. José Alves 24/06/2009 às 1:08 PM #

    É verdade, Marcus.
    O meio em que vivemos está constantemente nos apresentando situações que não foram nossas opções e que muitas vezes nos desviam dos objetivos. Se não formos criativos e determinados, esses “imprevistos” podem até nos desviar de nossos propósitos e metas.

    Assim sendo, para “walk” temos de usar nossa ingeniosidade, o que acaba trazendo ao nosso mundo soluções e invenções brilhantes.

    A capacidade que temos de “stretch” nossos próprios limites e de nos reprogramarmos constantemente, como vc menciona, é a fundação de um desenvolviemnto exponencial, cuja curvatura se vê nitidamente nessa década.

    É interessante conhecer a teoria de Heráclito sobre as mudanças, que estão sendo tão implicitamente praticatas no setor empresarial nessa crise. Aqui nos EUA, MBA em Change Management é a bola da vez.

    • caiosantos001 24/06/2009 às 2:25 PM #

      Marcos e José,
      Concordo plenamente e adicionaria apenas um ingrediente: nos reinventar sempre, mas vivendo por meio de nossos sentimentos genuínos e não somente pelo nosso intelecto. Como me referi no texto estou tentando descrever o sabor de uma maçã falando assim mas pelo menos já dá para imaginar :-)
      Abraços e obrigado por compartilhar seus pontos de vista.

  15. José Alves 24/06/2009 às 2:26 PM #

    Grande, Caio!

    Isso daria uma lonnnnga converssssssssssa.

    Eu acedito que todos compartilhamos um inconsciente; estamos unidos por uma fonte de inteligência coletiva. Embora sútil, essa é dinâmica por essência. Também acato a premissa de Heráclito que a única coisa constante é a mudança, e posso até crer que a própria mudança muda.

    A segunda lei da termodinâmica nos diz que “a entropia tende a aumentar com o tempo”. Podemos estabelecer uma analogia naturalista muito interessante, pois a entropia é a medida da energia que não pode ser transformada em trabalho (está associada a um nível de desordem física).

    De uma certa forma, reinventar-nos é algo que estamos constantemente fazendo, ainda que não percebamos. Quando percebemos e interferimos no processo, seja de forma positiva ou negativa, estamos usando nosso intelecto.
    Será que não?

  16. Marcus Vasconcellos 24/06/2009 às 2:26 PM #

    José, talvez uma das características mais marcantes do ser humano moderno é a de buscar incessantemente “colocar ordem no caos”. Nos tornamos resolvedores de problemas. O interessante é que, assim como um grande solucionador, o ser humano moderno é um excepcional gerador de problemas. Sempre estamos pensando em meios de corrigir problemas e criar soluções que invariavelmente geram mais e mais problemas. Nosso sucesso é medido pela nossa capacidade de resolver problemas, e nosso fracasso pela capacidade de criá-los.

    • caiosantos001 24/06/2009 às 2:29 PM #

      José, com relação a nossa reinvenção eu tenho o seguinte ponto-de-vista: podemos usar nossos sentimentos e perguntar “quem estamos nos tornando para alcançar os objetivos que queremos na vida?” e usar o intelecto para analisar este contexto ou podemos apenas usar apenas o intelecto para traçar um planejamento estratégico de onde queremos chegar, sem realmente termos interesse genuíno nas pessoas ou se teremos que perder um pouquinho de nossa integridade para chegar lá. Afinal achamos que somos absolvidos pelo “todo mundo faz isso”.

      Marcus, eu acredito que nosso sucesso é inevitável! Tudo no mundo cresce. A natureza, os animais, os seres humanos, até mesmo nossas unhas e cabelos. Tudo cresce e tudo flui! Mas para isto precisamos fazer as escolhas corretas, ouvir nosso coração, nosso senso de integridade, manter foco no nosso propósito de vida e “tirar a bunda da cadeira” pois esta movimentação de energia é que abre os caminhos de oportunidade :-)

  17. Olavo Nogueira 25/06/2009 às 7:31 PM #

    “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos homens, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”
    Esta frase é do Ruy Barbosa. O problema,como vemos é crônico. Nesta sociedade ” Macunaíma” levaremos ainda algum tempo para acertar isto.O Caio nos traz um assunto que vale a pena discutirmos . O quanto estamos contaminados por esta cultura?

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