“Chega! Não aguento mais isso! Preciso fazer alguma coisa!”.
Este é um momento familiar para você? Dar um basta em algo para ter novas experiências na vida? Um novo relacionamento amoroso, um novo trabalho, morar em um lugar diferente, fazer novos amigos, viajar para algum lugar distante, tirar férias para se ver livre de tantos problemas e não pensar em nada etc.
Eu serei feliz quando: _________________________________.
E você realmente cria coragem, toma a decisão e muda! Finalmente troca de emprego, vai trabalhar em outra área, conhece um(a) novo(a) parceiro(a) e faz juras de amor eterno , faz uma viagem maravilhosa ou vai morar em outro lugar, “Ah, finalmente! Agora sim as coisas vão dar certo!”
Então uma coisa interessante acontece: depois que a mudança deixa de ser novidade, as experiências começam a dar indícios que vão se repetir. O trabalho não era bem o que você estava imaginando, o chefe começa a mostrar as garras, o(a) parceiro(a) começa a fazer aquelas coisas que você não tolera, durante a viagem dos sonhos você não consegue se desligar dos assuntos que incomodam ou você descobre que o lugar para onde se mudou não está trazendo aquela felicidade toda que você imaginou.
Você se depara com mais um momento de frustração! Além de perdido, se sente desencorajado a fazer novas mudanças! Naturalmente começa a justificar e culpar o mundo com crenças do tipo:
- “Não adianta, chefe é tudo igual mesmo.”;
- “As empresas só pensam em lucro e pouco se importam com as pessoas.”;
- “Nunca se deve confiar em colegas de trabalho.”;
- “Homens não prestam”;
- “Mulheres são ciumentas e possessivas”;
- “Eu tenho dedo podre para relacionamentos! Só gosto de quem não presta”;
- “Vizinho é tudo igual!”
- “A vida é realmente um sofrimento intenso!”
A única solução é descobrir a real causa das experiências em sua vida! E como fazer isto? Através do autoconhecimento! Você precisa explorar a sua estrutura de crenças e saber quem você realmente é, por que está aqui e para onde está indo. No que você realmente acredita? Henry Ford dizia: “Se você pensa que está certo, você está”.
Mudar e manter a mesma estrutura de crenças, o mesmo mindset, é o mesmo que enxugar gelo! É uma mera distração de sua mente para te dar a ilusão que a felicidade está ali, dobrando a esquina. A questão é decidir parar de se iludir, arregaçar as mangas e colocar a mão na massa!
O tempo está passando rápido; basta parar um minuto para perceber como foi rápido você chegar na idade que chegou. Arregace as mangas e mãos a obra! E nada melhor para inspirar que este lindo vídeo de William Shakespeare: “Você aprende!”
Abraços e ótima semana!
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Quem já não passou ou está passando nesse momento por uma situação desta?
Caio, vou assistir ao vídeo e depois te passo um feeback!
see you later,
Caio
Vi hj no linkedin e caiu como uma luva no meu momento, em tudo, profissional, mudança de cidade, mudança de relacionamento. É preciso ter serenidade para lidar com tudo isto. Mas vou conseguir.
Abs. e obrigado.
Caio, parabéns pelo ótimo artigo!
André
Eu me dou o melhor agora. Por isso estou escrevendo este comentário agradecendo você, Caio, por ser a pessoa amorosa que é!
Que continue florescendo essa sua habilidade de simplificar o complicado!
Parabens pela sensibilidade!
Que a luz continue iluminando seu coração para q. vc. continue comparilhando as pérolas de suas reflexões conosco.
Gde abraço!
Caio, muito interessante. Pena que pelo horário fica incompatível com o trabalho…vou começar pelos livros e gostaria de adicionar vc para ficar por dentro do que está acontecendo entre os Avatares
“Irromper” não é solução. Ações e decisões baseadas só em “não aguento” não se sustentam por muito tempo. É apenas reatividade.
A poeira do cotidiano é feroz, e se movimentos e ações não forem baseadas em algo mais consistente correm o risco de serem soterradas pela hipnose diária a que somos submetidos. A mecanicidade da maioia de nossas ações contribui para isso. Uma concientização mais profunda de nós. O que queremos realmente, quais nossos desejos profundos, o contato conosco mesmo são posturas fundamentais. O orgulho, o imediatismo, as comparações rasas, os “discursos” internos, “politicamente corretos” nos oprimem impedindo muitas vezes este “estar mais perto de si”. Uma educação para o “SER” certamente urge. A guerra é sempre pelo “TER”. As baixas diárias são enormes.
abs
Michel
Sintetiza na simplicidade a felicidade. Adorei!!
Oi Caio, O trabalho de entrar em contato consigo, por vezes é longo, já que a educação formal a que somos submetidos nos leva ao afastamento de nós mesmos. As vezes ocorre um clarão de reconexão com nossa essencia, mas pode se desvanecer rapidamente. Minha experiência conduz a necessidade de estar junto com outras pessoas que “sofram do mesmo mal”. A tendencia a adormecer é forte. Além disto é preciso lutar contra a tentação do sono, de cairmos na repetição mecânica de nossos já conhecidos gestos, pensamentos e fórmulas, etc Portanto penso que é necessário que nos associemos a outras pessoas que partilhem do mesmo desejo de manter-se desperto. Quando um adormecer, o outro, que estiver mais desperto, poderá nos acordar. É um momento delicado que muitas vezes nos enfurece, e que nos incita a apelar para todas as justificações de que “não é bem assim”. Portanto requer paciência e pessoas em quem confiar. Tenho, nestes ultimos tempos, me encontrado com cada vez mais pessoas decididas a mudar realmente de vida. Há esperança.
Um abraço
Michel
Michel,
Concordo contigo! A melhor forma de nos mantermos acordados é nos conectarmos a seres que nos provocam a assumir o estado de “ser fonte” responsável pelas nossas vidas e escolhas! É o famoso ” diga-me com quem andas…”
Parabéns Caio. Foi um momento muito inspirador….
Parabéns Caio!!!
É muito bom ler seus artigos .
Eu gostei tanto desse , que inclusive colei no meu blog!!!
bjos
Já me vi em situações como essa. Só acontece porque demoramos a tomar uma decisão e isso te leva ao “não aguento mais”. Tomada a decisão, preparado para as consequencias, tudo se acerta. E não precisei mudar minhas crenças…
Américo,
Na verdade mudamos nossas crenças várias vezes ao longo da vida e algumas delas nem percebemos isto. Não quer dizer que para cada decisão é preciso mudá-las, na verdade foi apenas uma sugestão para observar fenômenos que tem se repetido em nossas vidas.
Abs
Michel, muito boas suas colocações. Concordo com você que adormecemos facilmente perante a realidade. Ficamos prisioneiros de nossa passividade. Mal conseguimos ver dentro do nosso campo de visão. Além, nem pensar. O autoconhecimento se faz vital para uma mudança sadia e crescente. Transformar-se a cada momento requer um gasto de energia muito grande. A preguiça mental e a falta de confiança para compartilhar atrapalham na busca de momentos de felicidade ou talvez de tranquilidade.
Abraço a todos
André
As atuais desestabiidades – sociais, economicas, afetivas, empregaticias, as ameças à saúde, etc. tem promovido situações compulsórias a nos mantermos despertos. Nenhuma condição externa pode hoje prover garantias. Uns correm para “fora”. É o “salve-se quem puder, como puder”, as corrupções discretas e indiscretas, o imediatismo, o “se eu não fizer vem outro e faz”, “antes ele do que eu” e por aí vamos. Outros empreendem um caminho menos habitual que é saber mais profundamente de si. É o caminho para dentro, para a essencia. De lá, com maior consciencia, pode se encontrar e criar novos caminhos, novas posturas e sobretudo, tenho percebido, viver uma baita alegria. Creio que vale a pena. Um abraço
Michel
Quanta verdade e doçura, ao mesmo tempo, nestas palavras!
Adorei o blog, tanto que será leitura obrigatória a cada nova mensagem postada, porque falar de esperança, amor, fé, sensibilidade é algo quase que raro aqui na blogosfera e faz um bem danado ler essas palavras!
Bjs
Olá Caio,
Pelo pouco que nos conhecemos através do LinkedIn, já nos “conhecemos” um pouquinho, né?!
Em um outro post você me disse: “Imagino que vai ser algo desafiador e brilhante como sempre…”. Fico lisonjeada por ter vindo de você, que é uma pessoa que admiro.
Mas hoje não direi nada brilhante nem tão desafiador… hehe. Hoje quero apenas dizer que este seu tópico é sensacional e o vídeo é lindo, perfeito casamento do conteúdo precioso com belas imagens.
Você sabe que “eu serei feliz quando…” não é a minha cara, mas o seu artigo tem mais a ver com autosabotagem, o que implica em autoconhecimento, que até são tags no seu blog.
O que eu realmente quero ressaltar no vídeo, e que me deixou nocauteada, é “Não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam”. Esta sou eu. Quantos zilhões de vezes eu me vejo falando, explicando, plantando bananeira para que alguém veja que algo é importante, não só para mim e o resto do mundo, mas principalmente para ela, e a pessoa “simplesmente não se importa”. Isso me deixa arrasada.
Já estou em contato com a Marcinha para um workshop ou mini curso. Sei que vou adorar.
abraços,
Eliane
Tenho uma percepção que quero compartilhar: quando não agimos ou não interferimos no meio na “hora certa”, não implica que não haverá uma reação contrária à ausencia de posicionamento. Simplismente ela ocorrerá a revelia e pouco poderemos fazer naquele momento específco. Quando retomamos as redeas e atuamos, interferimos ou modificamos algo ou o meio, aí sim voltamos a ser comprometidos e responsáveis pelos nossos atos. Vivemos numa sociedade que prioriza o TER e deixa de lado o SER, em que o discurso está desassociado das ações e do compromisso… pra mim o grande desafio é fazer uma composição harmonica e ter qualidade de vida, concordam???
Se trato de convencer o outro com argumentos e idéias em geral não tenho sido bem sucedido. Por outro lado, quando chego bem perto de mim mesmo, e me exponho, expresso com simplicidade e de forma direta o que profundamente percebo e sinto, as chances de que o outro me escute tem aumentado significativamente. Enfim quanto menos egos em jogo, melhor.
Betty,
Muito bem colocado. Vivemos a chamada “corrida do rato”, correndo e rodando sobre o próprio eixo, tudo por causa dessa preocupação exarcebada com o TER em detrimento do SER. Realmente, o maior desafio é essa composição harmônica, como você bem colocou.
Abraços a todos.
PC