Entrevista (Rádio) sobre o Curso Avatar e os valores da vida.

19 out

Rede Sul
Queridos amigos,

Gostaria de compartilhar com vocês uma entrevista para a Rádio Rede Sul (Caxias do Sul) sobre o Curso Avatar e o questionamento dos valores da vida.

Ao abrir a página clique no link “notícia com áudio” abaixo do título para ouvir a entrevista (10min):
http://www.redesul.am.br/Noticias/Cultura/17/10/2009//39863/

Abraços a todos e ótima semana!

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10 Respostas para “Entrevista (Rádio) sobre o Curso Avatar e os valores da vida.”

  1. Michel Robim 20/10/2009 às 10:38 AM #

    Na Kabbalah é dito: o inimigo não é o obstáculo, é minha reação ao obstáculo o meu verdadeiro inimigo. Manifestações de desequilibrios? Aí estão os. furacões, tsunamis, enchentes, e tantos outros desarranjos acompanhando as mudanças inesperadas e dramáticas na economia, os comportamentos cínicos dos políticos; a violência, as novas epidemias, a correria e a competição, a falta de tempo, Todos estes aspectos que podemos chamar de externos tornam-se mais e mais intensos. As depressões, estresses agudos e doenças mentais, são junto a todas estas outras manifestãçoes, expressões de “um aumento energético no planeta”. Administrar essa energia que nos envolve torna-se difícil utilizando as formas habituais. Estas a meu ver vem provocando mais aceleração (e ansiedade). São em geral reativas, movimentos externos, corridas “para apagar incendios” com pouca ou rasas reflexões sobre as causas.
    Vejo a necessidade de um movimento mais interno, de pausas, reflexão e compreensão de si mesmo, de revisão de desejos, de um despertar da hipnose coletiva que nos assola, (Para que? Para onde?)
    Algumas doenças, entre elas as mentais, podem ser vistas como interrupções de cursos, tentativas desesperadas de recuperar, exatamente, a sanidade. Coisa que neste momento se faz muitíssimo necessária.

  2. Flávia Gandres 20/10/2009 às 10:39 AM #

    Michel, interessante a sua abordagem. Fico sempre evitando usar a Kabbalah como uma doutrina a perturbar as outras pessoas que não a conhecem, mas tenho achado mesmo ultimamente que se todos procurassem essa espiritualização e busca de se conhecer verdadeiramente, o nosso mundo estaria bem diferente. Claro que aprendemos que esse momento é mesmo de mudança, de profundas transformações e essa energia gera mesmo os desequilíbrios, já estava escrito no Zohar. Fico feliz de ver pessoas atuantes, inteligentes e que, como eu, estão buscando esse caminho que tanto tem me feito pensar e mudar minha forma de agir e pensar a vida. Espalhar esse conceito para aqueles que percebemos que estão buscando algo mais é mesmo um prazer. Uma ótima semana para todos!

  3. caiosantos001 20/10/2009 às 11:46 AM #

    Michel e Flávia,

    Compartilho com vocês a visão expressada pelo Kabbalah e sou simpatizante de várias outras linhas que, na essência, transmitem o mesmo conhecimento.

    Acredito que cada um de nós deve seguir o caminho que mais nos agrada e trilhar nossa caminhada com as ferramentas que quisermos levar na bagagem. O que tenho percebido é que a “tecnologia” destas ferramentas precisa acompanhar a evolução e a enorme turbulência gerada mídia nos dias de hoje. E isto tem que ocorrer de forma rápida pois, se usarmos o princípio da predição, a humanidade está seguindo em uma estrada catastrófica.

    Flávia, a questão de perturbar os outros sobre a importância do autoconhecimento e desenvolvimento espiritual também me fez refletir muito. É muito mais fácil seguir alguma carreira executiva e usar estes conhecimentos só para mim. Mas é exatamente isto que precisar mudar! Somos todos um! Esta é a grande lição que a humanidade precisa aprender para mudar o rumo da civilização. Somos chave para isto: existem pessoas que só cada um de nós pode conectar!

    Minha estratégia é falar sobre temas relevantes e agradáveis da vida, como se estivéssemos em um agradável almoço. Se as pessoas quiserem experimentar a ferramenta que ofereço, ótimo! Caso contrário, está tudo bem também! Estamos elevando a freqüência, colocando atenção em coisas edificantes, ajudando a inspirar e motivar e, principalmente, fazendo bons amigos!

    Abraços e ótima semana!

  4. Michel Robim 20/10/2009 às 1:28 PM #

    Caio e Flávia,
    Muito bom ler vocês, me sinto acompanhado. Podemos em algum momento nos encontrar e trocar fugurinhas. Quanto ao uso da Kabbalah é como diz o Caio, um entre tantos instrumentos que podem ajudar. Nomeei esta ferramenta aqui nada mais que para citar a fonte. Mas é isso, quando se sente que algo faz parte de nós…é nosso.
    Também creio na forma “conversa de almoço”. De repente algo se dá (ou não)
    sem grandes retóricas. Falar no que se acredita e experimentou tem sabor cativante. Um bom abraço

    • Marlise Araújo 21/10/2009 às 1:06 PM #

      Michel,

      concordo com suas colocações sobre o nosso atual lidar com o cotidiano. Todos, principalmente os que buscam o sucesso e a satisfação diante das demandas instituídas pelos valores ocidentais, vivem uma corrida sem fim entre compromissos, obstáculos, conquistas, fracassos, etc. Todos são pressionados a responder às tecnologias cada vez mais rápidas e às estéticas metamórficas, que desintegram valores humanos básicos, gerando a sensação de insegurança e insatisfação. A consquista da alta tecnologia não nos libertou para sermos mais humanos (no sentido afetivo), ela nos escravizou ao desejo constante de produzir mais, ganhar mais, ter mais. A pergunta que deixo para os especialistas em Despertar Consciência é como ajudar as pessoas, que alimentam essa corrente suicída (lideres e liderados), a se perceberem dentro desse processo? Penso que a saída dependerá de uma nova consciência sobre as necessidades e valores que sustentam a “felicidade” e a saúde.

    • Michel Robim 21/10/2009 às 1:42 PM #

      Oi Marlise
      Vejo duas possibilidades de mudanças. Uma é a propria correria acabando e extenuando os “dirigentes” através de doenças, crises, depressões, pressões, destruições, etc. Tudo parecendo “externo” provocando em muitos desde o seu desaparecimento (morte, incapacidades, loucura, etc) até sua perda de “forças” (acabam desacreditadas – o que já começa a acontecer). Infelizmente este é o caminho mais comum. A outra é aumentando o contingente de pessoas que têm outra visão, mais humanista e que de forma inteligente e gradual ocuparão alguns lugares “chave”. Estes sobretudo devem se reunir, formar redes e darem-se força uns aos outros para, por um lado não sucumbirem a tentação da eterna sedução (poder, dinheiro, posições, etc) e por outro consolidarem suas visões de que podemos fazer de outra maneira.
      Creio que todos têm dentro de si um desejo do bom e do bem. São as feridas conscientes e inconscientes, as dores, as idéias de que é viver etc. que vão distorcendo as perspectivas ao longo do tempo: “as coisas são assim mesmo”, “a vida real é um comer o outro, o resto é romance”, etc. Confundindo frequentemente a visão humanista como uma visão de “fracos”. Lembro que estamos todos sujeitos as mil formas de hipnose que alimentamos em nosso sistema.
      Podemos ir de agindo de maneira tranquila, mas sempre inteligente (a começar reconhecendo que em nós mesmos habitam pelo menos as duas facetas: a do “ter” e a do “ser”). Importante creio que em nossos ambitos de vida possamos ir irradiando (não acredito em papos moralistas) através de atitudes e comportamentos tudo aquilo em que acreditamos. É claro, também, propondo encontros, “treinamentos”, cursos, etc que tenham essa tônica.
      Enfim: podemos muitas coisas…juntos.
      Um abraço
      Michel

    • caiosantos001 21/10/2009 às 1:57 PM #

      Pessoal, que papo sensacional não?

      Marlise e Michel,

      A mudança já está ocorrendo! Inclusive foi o motivador desta entrevista: 84% dos executivos estão infelizes, a revista Época publicou uma reportagem com uma pesquisa internacional que mostra que as mulheres nunca estiveram tão infelizes – http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI98917-15228-1,00-POR+QUE+AS+MULHERES+SAO+TAO+TRISTES.html – as doenças mentais estão se alastrando pelo mundo e nosso planeta está dando o alerta que se nada mudar a humanidade não viverá os próximos dez milênios.

      Eu acredito que a única resposta que podemos dar para iniciar uma mudança é mudando a nós mesmos: nos conhecendo profundamente, retomando controle das identidades que criamos para nos proteger mas que nos afastam de nosso verdadeiro “Eu” e reconhecendo os sinais de auto-engano para nos tornarmos mais honestos conosco e com os outros.

      Nós somos o ponto de partida para qualquer mudança! Isto inicia revisando nossas reais crenças sobre nós, relacionamentos, trabalho, dinheiro etc, mudando as experiências que criamos, inspirando as pessoas a nossa volta e e criando uma mudança de dentro para fora no mundo a nossa volta.

      Tomando emprestado as palavras de Gandhi, “precisamos ser a mudança que queremos ver no mundo”.

      Mas falar só não adianta! Precisamos de treino e tecnologia para chegar lá. Eu me especializei na metodologia do Curso Avatar para colocar todos estes conceitos e lições de palavra na prática. Walk the talk! Mas cada um que siga o caminho que acreditar ser o melhor.

      Abraços a todos e obrigado por compartilharem seus pontos de vista!

  5. Nádia Tonin 20/10/2009 às 2:21 PM #

    Olá Caio,

    Enquanto o homem moderno balizar sua vida ao sabor dos apelos do capitalismo desmedido e inconsequente, os males como: depressão, insatisfação pessoal / profissional e infelicidade, ainda estarão no topo da atual lista das queixas mais frequentes.

    É chegada a hora de entender que em determinados momentos MENOS é MAIS e que o SIMPLES, descomplica a vida, melhora resultados e contribui para a felicidade.

    Sucesso, Nádia Tonin.

  6. ANA LUCIA SOARES 20/10/2009 às 2:45 PM #

    Olá amigos! Tudo na paz?
    Concordo com a maioria de vocês. Sou nova no grupo e vivo confusa, a procura de respostas e você estão me ajudando muito! Grata de coração!
    Gostaria de aprender mais sobre o Avatar e vou comprar o livro.
    Um Beijo no coração de todos!
    Ana Lúcia
    (acho que acabei de encontrar a minha turma).

  7. Jareston Oliveira 20/10/2009 às 11:10 PM #

    Estou de pleno acordo com a visão da Nadia, não se deve viver para trabalhar e sim trabalhar para viver e bem. Temos que aprender a controlar as demandas profissionais para que haja tempo para a família e claro para nós mesmos!!

    Abraços

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