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Em todo beco sem saída existe uma passagem secreta!

18 jan

Você sabe reconhecer a diferença entre “ouvir um canto de sereia para abandonar um sonho” e “fazer um desvio para ganhar fôlego”? Como saber quando ser flexível para reconhecer oportunidades e quando manter o foco em um só objetivo e lutar até o fim?

Tudo começa quando você se questiona sobre as escolhas que tem feito na vida e inicia uma exploração para descobrir “o que você realmente quer”. Neste processo, naturalmente, você pára de seguir os sonhos de outras pessoas e começa a explorar sua própria consciência em busca das suas respostas.

O próximo passo é explorar e descobrir que valores estão embasando esta nova meta (p.ex. felicidade, prosperidade, segurança, liberdade, reconhecimento, paz, serviço ao outro etc.) para começar a sua maravilhosa jornada. Não basta só atingir a meta: além de curtir a jornada, você tem que ser feliz quando chegar lá!

Em seguida você precisa aprender a montar um planejamento para alinhar sua vida pessoal e profissional com este novo objetivo e começar a agir em direção a ele. Pequenas ações todos os dias fazem o trem da sua vida começar uma curva suave em direção da meta que você quer atingir. É um trajeto gostoso, com muitos sonhos e desafios e uma emoção permanente a cada escolha.

Apenas tome cuidado com escolhas que façam curvas acentuadas! Investigue, aprofunde, perceba o impacto nas várias áreas da sua vida, nos seus valores. Uma curva de 90 graus pode descarrilar o seu trem!

Ao longo da jornada você poderá fazer escolhas que te levem, aparentemente, a becos sem saída. Estas são oportunidades que podem ser interpretadas, basicamente, com dois pontos de vista: o da vítima ou do protagonista.

O ponto de vista da vítima é o caminho das justificativas: você provavelmente vai sentir uma sensação de fracasso, vai tentar culpar alguém e sentir raiva por estar nesta situação. A raiva cria uma falsa sensação de alívio, mas com o passar do tempo, só resulta em mágoas e ressentimentos. Você se sente impotente para fazer as mudanças que precisa para colocar sua vida de volta nos trilhos.

O ponto de vista do protagonista é onde você aprende e supera o desafio. É o momento de se fazer as seguintes perguntas:

  1. O que eu posso aprender com isso? Esta exploração vai te ajudar a reduzir as chances que esta situação se repita.
  2. Que recursos eu deixei de utilizar? É hora de ser honesto consigo mesmo(a) e saber quanto da sua capacidade de trabalho, relacionamentos, aprendizagem, tempo etc. você realmente investiu. No que você pode melhorar?
  3. Que pistas eu ignorei? Aqui você pode descobrir sensações, crenças, padrões, hábitos e atitudes que podem estar sabotando seu comprometimento pessoal. Estar alerta é fundamental!

Se você optar por explorar estas situações em busca de aprendizado, responsabilidade pessoal e flexibilidade, além de reduzir as chances que elas se repitam, você certamente encontrará uma saída. Acredite: quando você assume responsabilidade por suas escolhas, em todo beco sem saída existe uma passagem secreta!

Forte abraço e ótima semana a todos!

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Realizações sim! Mas com um sentido maior…

22 dez

Estamos encerrando mais um ano de nossas vidas e, mais uma vez, numa velocidade impressionante! Foi assim para você também?

Cada vez mais percebo como o tempo é precioso. Além de não voltar atrás, escorre pelo ralo se não o direcionarmos para aqueles pensamentos, palavras e ações que nos fazem seguir adiante na trilha.

Recentemente dei uma palestra para cerca de duzentas pessoas em Angra dos Reis e foi uma experiência maravilhosa. Poder compartilhar pontos de vista sobre a responsabilidade por nossas escolhas, a importância de aprender a manejar nossas crenças, o controle de nossas emoções e a busca por um propósito maior é uma grande sensibilização para uma mudança em consciência.

Obviamente esta é apenas uma sensibilização para que as pessoas sigam seus caminhos no autoconhecimento e despertar da consciência. Eu pratico e recomendo abertamente duas técnicas perfeitamente alinhadas: o Curso Avatar e o Coaching. Mas, é claro, existem vários caminhos e você é livre para decidir aquele que mais tocar o seu coração.

Conheci pessoas maravilhosas este ano e tenho aprendido, a cada dia, sobre esta fantástica experiência de viver neste mundo cheio de desafios e oportunidades.

Se pudesse resumir em uma frase o desejo default das pessoas que tem cruzado o meu caminho é: “quero ser feliz, ter uma linda família, viver com saúde e dinheiro no bolso.”

Mas, veja bem, se este desejo fosse verdadeiro, você seria plenamente feliz neste exato momento. Se você não é feliz hoje com aquilo que já realizou na sua vida, não seria uma ilusão acreditar que será feliz algum dia? Não seria um tipo de auto-sabotagem?

Conversei com pessoas de 10 a 90 anos, de várias classes sociais, com formações e culturas distintas. Foi interessante observar que a grande maioria, após ter atingido algum objetivo na vida pessoal ou profissional, já não valorizava suas conquistas e viam no próximo objetivo a excitação para encontrar a felicidade: “Ah quando eu conseguir aquele emprego! Ah quando eu encontrar minha alma gêmea! Ah quando meu filho for assim ou assado! Quando me livrar desta dor!”.

O que está faltando? Normalmente eu faço a seguinte pergunta: “Ótimo! E você quer tudo isto para atingir qual objetivo?”. Felicidade, saúde, família e prosperidade são componentes do “meio ideal” para você usar seus talentos e cumprir o seu grande propósito! Aquilo que faça sentir que sua vida vale à pena.

Uma dica interessante é que este propósito, provavelmente, estará alinhado com seus valores e terá a ver com os seus relacionamentos, com as outras pessoas e com o mundo.

Pense nisso e faça plantações diárias em 2011 para uma colheita de muitas realizações!

Forte abraço e boas festas!

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Reinvente-se! Confiança é fundamental.

22 nov

Nas últimas semanas, além de mais um curso de exploração da consciência Avatar, estive pesquisando e conversando com alguns especialistas que se dedicam apaixonadamente na transformação da cultura das organizações no mundo corporativo.

É interessante observar a grande relevância disto quando, segundo o Banco Mundial, 66% das maiores entidades econômicas mundiais são corporações e não países. Ser um agente transformador que ajuda na expansão da consciência das pessoas destas organizações é uma missão nobre!

Segundo o Great Place to Work Institute Brasil que organiza pesquisas cerca de 50 países sobre as “Melhores Empresas para se Trabalhar” a palavra chave para um ambiente saudável é: confiança.

Mas para confiarmos em outras pessoas ou em alguma coisa (missão, processos, produtos etc.) precisamos aprender a confiar em nós mesmos. E como fazemos isto?

Escrevi sobre isto em alguns artigos anteriores, especialmente no artigo “A jornada da cabeça para o coração.” e cada vez fica mais claro que o caminho sustentável é através do autoconhecimento, inspecionando, avaliando e questionando suas crenças.

Mudar a cultura de uma organização e inspirar as pessoas a seguirem o modelo estabelecido é apenas um paliativo para tratar dos sintomas de um modelo educacional defasado. É isto que nossa sociedade vem fazendo “desde que mundo é mundo” e olha só aonde chegamos.

Um ponto de vista interessante é que esta mudança cultural não seja o último, mas sim o primeiro passo para incentivar a descoberta dos talentos e o que cada um considera ser seu propósito na vida. Uma mudança de dentro para a fora!

Nesta nova era, que pode ser chamada da “Era da Consciência”, a saída para a sustentabilidade das organizações, do meio-ambiente e do planeta começa nas crenças de cada indivíduo.

Culpar as organizações, os governantes e o sistema educacional é apenas uma desculpa para justificarmos os fatos e não iniciarmos esta mudança em nossas vidas pessoais, aqui e agora.

Compartilho abaixo uma inspiradora palestra que Sir Ken Robinson fala sobre a necessidade de uma revolução em nosso sistema educacional. Para acionar as legendas em português clique em “view subtitles” em vermelho abaixo do vídeo. Vale à pena assistir!

Forte abraço e uma ótima semana!

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A esquizofrenia nossa de cada dia.

20 out

 


Faça o que eu digo, mas não o que eu faço!

Esta semana terminei de ler um livro muito interessante chamado “MetaManagement: o sucesso além do sucesso” de Fred Kofman. Dentre tantos pontos de vista inovadores, um deles me chamou a atenção: a esquizofrenia organizacional. É impressionante como é poderosa nossa capacidade de nos adaptar a situações onde chegamos a beira da esquizofrenia em nossa vida pessoal e profissional.

Você conhece alguma empresa que tenha o discurso moralmente correto de seus gestores, mas na prática a coisa é bem diferente?

Kofman cita alguns exemplos bem interessantes do mundo corporativo:

  • Faça seu supervisor pensar que você não tem problemas, mesmo se os tiver;
  • Assuma riscos, mas não erre;
  • Mantenha os outros informados, mas oculte os erros;
  • Diga a verdade, mas não traga más notícias;
  • Trabalhe em equipe, mas lembre-se que o que realmente conta é seu desempenho individual;
  • Expresse suas idéias com autonomia, mas não contradiga seus superiores;
  • Seja criativo, mas não altere os procedimentos tradicionais;
  • Prometa somente o que possa cumprir, mas nunca diga “não” aos pedidos do seu superior;
  • Faça perguntas, mas nunca admita ignorância;
  • Pense no sistema global, mas só se preocupe com os resultados da sua área;
  • Pense a longo prazo, mas só se preocupe com a obtenção de resultados imediatos;
  • E a principal: aja como nenhuma dessas regras existisse!

Podemos falar sobre a esquizofrenia social, política ou corporativa, mas apenas como forma de entretenimento ou para nos sentirmos vítima de um processo fora de nosso controle.

Isto explica muito sobre a nota divulgada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) alegando que depressão, ansiedade e transtornos mentais serão as doenças mais comuns no mundo nos próximos 20 anos, afetando mais que outros problemas de saúde, incluindo câncer e doenças cardíacas.

A melhor saída para mudarmos nossa realidade pessoal é avaliar as crenças que sustentamos sobre nós mesmos (autocrítica), relacionamentos, trabalho, dinheiro, saúde, família etc e identificarmos o que está criando comportamentos desalinhados. Esta falta de alinhamento entre nossas palavras e ações é a causa primeira do sofrimento individual. Perceber isto é um passo importante em nosso processo de mudança!

“Um homem enxerga no mundo o que ele carrega no coração” .:.  Goethe

Que tal buscarmos exemplos pessoais de incongruência?

  • Respeite o livre arbítrio das pessoas, mas sempre dê sua opinião;
  • Entregue-se e confie em seus relacionamentos, mas deixe um pé atrás para não sofrer;
  • Incentive as pessoas para serem independentes, contanto que elas obedeçam às suas vontades;
  • Assuma responsabilidade por suas escolhas, mas se errar martirize-se bastante;
  • Fale a verdade, contanto que atenda a seus interesses;
  • Acredite em seu potencial, mas sempre tenha os planos B, C e D;

E você? Tem algum exemplo para compartilhar? :-)

Forte abraço e ótima semana!

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O que o filme “Comer, rezar e amar” tem a ver com a sua vida?

6 out

Esta semana fui ver o filme “Comer, rezar, amar” e, como já era esperado, senti a grande admiração das pessoas por este bestseller premiado mundialmente. Resolvi compartilhar percepções e fazer uma analogia desta história com nossa vida pessoal e profissional.

No filme a autora do livro, Liz Gilbert, interpretada por Julia Roberts, questiona sua vida aparentemente bem sucedida – formou-se em psicologia, casou-se apaixonadamente, comprou sua casa própria, tinha um bom emprego, amigos etc. – por sentir que suas conquistas perderam o encanto com o passar do tempo.

Na visão de Liz, viajar por um ano parece ser a aventura ideal para este reencontro. Talvez seja o sonho de muitas pessoas, mas que é deixado de lado quando colocamos nossa atenção em assuntos que nos desafiam a seguir em frente: dinheiro, trabalho, família, tempo etc.

Eu acredito que a verdadeira viagem para descobrirmos o sentido da vida é para dentro de nossa consciência. A paz e segurança que buscamos está dentro de nós, em nossos valores/crenças e a cada escolha. Existem técnicas para isto e não precisamos abandonar tudo ou passar um ano viajando para nos encontrar. Mas, que mal tem curtir esta aventura e sentir um pouco desta emoção?

Há praticamente um ano atrás escrevi um artigo chamado: “Dê um “olé” em seus medos, seja criativo e viva de verdade!”. Na época escrevi, basicamente, sobre o grande desencorajamento que recebemos do mundo a nossa volta quando decidimos seguir nossos sonhos, buscar um propósito maior e seguir o que acreditamos ser o nosso caminho (sem ter que corresponder às expectativas das outras pessoas).

“Vai estudar, trabalhar e toma vergonha na cara que essa besteira de seguir seu sonho passa rapidinho!”

E passa mesmo! Com Liz Gilbert não foi diferente: quando ela decidiu ser escritora, as pessoas a sua volta perguntavam se ela não tinha medo de passar fome na vida. Na época a pergunta que ela gostaria de fazer para as pessoas era: “E você? Não tem medo de se tornar um engenheiro químico e nos final da vida se sentir frustrado?”

Quero te convidar para rever o artigo, assistir ao maravilhoso vídeo onde ela compartilha seus desafios e compartilhar sua opinião.

Clique aqui e boa leitura!

Forte abraço e ótima semana a todos!

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